Através do site da Ciência Viva podemos descobrir muitos recursos. Foi por aí que retiramos o documento “A casa é um laboratório”.
Já tínhamos feito bolos na escola e o bolo na caneca e sabíamos que necessitávamos de fermento, para que assim eles crescessem.
E se não colocarmos fermento?
terça-feira, 7 de junho de 2011
sexta-feira, 3 de junho de 2011
“O que acontece dentro da nossa barriga?” (Maria_5Anos)
Pois….. Como demonstrar/explicar que existem vários sucos que transformam os alimentos que chegam no estômago?
Usamos a experiência das passas mergulhadas em refrigerante gaseificado.
E se fosse uma uva?
Acontece o mesmo mas como é maior, não verificamos com tanta facilidade como com as passas.
Daí que temos que mastigar bem os alimentos, transformá-los em pequenos pedacinhos.
Usamos a experiência das passas mergulhadas em refrigerante gaseificado.
E se fosse uma uva?
Acontece o mesmo mas como é maior, não verificamos com tanta facilidade como com as passas.
Daí que temos que mastigar bem os alimentos, transformá-los em pequenos pedacinhos.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Realizar experiências utilizando diferentes fatores, de modo a observar a germinação das plantas
É usual, nas salas de Jardim de Infância, realizar a experiência da germinação, especialmente utilizando o feijão.
Também o fizemos. Utilizamos diferentes variáveis: sem terra, com plástico, sem luz, sem água e com todos os elementos necessários para a germinação. Claro, este último nasceu.
Na altura da discussão das hipóteses, algumas crianças disseram que o feijão com terra, água, luz, mas protegido com plástico também iria nascer. Mas, não nasceu nada apesar de colocarmos, algumas vezes água.
A discussão gerou-se quando auscultou-se o grupo sobre a não germinação.
“Não nasceu porque não saiu ar.” (Daniel, 5 Anos)
“Não nasceu porque tinha o saco e não colocamos água.” (Rita, 5 Anos)
“Não! Eles ficaram sem respirar!” (Daniel, 5 Anos)
Afinal, eis a grande conclusão a que chegámos:
sábado, 30 de abril de 2011
Reconhecer as partes constituintes do corpo
Enquanto “o nosso corpo humano” não chega, temos vindo a realizar alguns trabalhos (fichas) e pesquisa nos livros sobre o nosso corpo e, sempre que a nossa curiosidade aparece, aprofundamento de determinados conhecimentos sobre o funcionamento dos diferentes órgãos do corpo.
Eis o nosso trabalho final
Eis o nosso trabalho final
sexta-feira, 29 de abril de 2011
O nosso corpo
Enquanto não recebemos os materiais provenientes do projeto da SCTR , fomos trabalhando os objetivos/atividades com os quais propusemos para este projeto: O corpo.
Na sessão de Educação Física “ vimos” como respirávamos.
Depois, na sala, com a ajuda de um livro – que requisitámos na Biblioteca da nossa escola, visualizamos a entrada do oxigênio no nosso corpo através do sangue.
Eis alguns registos das nossas descobertas, sobre o aparelho circulatório:
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Os materiais da sala
Recebemos novos materiais para a nossa sala, proveniente de alguns projetos financiados quer pela Câmara Municipal da Praia da Vitória (Educação para a Sustentabilidade e Cidadania), quer por parte da Ciência Viva (Experiências na Hora Certa - Projecto n. 348/ Ciência na Hora, MicroProjectos Ciência Viva).
É tanta coisa que até estamos atordoados!
Agora, só falta os materiais provenientes do nosso outro projeto.
terça-feira, 26 de abril de 2011
Os registos
O grupo deste ano, embora já habituado com atividades orientadas através do método científico, onde preconiza-se a observação, estabelecimento de hipóteses, verificação e construção de conceitos, este ano, um pouco mais velhos, iniciou-se a construção de registos individuais, para que pudéssemos verificar a evolução de cada criança.
Assim, os primeiros registos (Outubro) apenas contemplaram o registo dos materiais, “O que fizemos?” e “O que aconteceu?”, numa perspetiva muito orientada, não estabelecendo prioridades, pelo menos ao nível do registo, sobre a previsibilidade dos acontecimentos.
Depois de realizarmos mais algumas experiências durante o 1º período, introduzimos “O que vai acontecer?”, solução eficaz para o início da construção de hipóteses. No final de toda a experiência, através da verificação (“O que aconteceu?”), em grupo conversamos e, com o auxílio dos registos de cada criança, pudemos verificar/ testar as hipóteses que cada um apresentou; pudemos realizar, através de uma pedagogia socio-construtivista, o início do estabelecimento de importantes competências como o raciocínio e o pensamento crítico.
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